29.11.09

em uma das paredes maiores, uma imensa janela de vidro e uma borboleta azul de leve zigue-zagueando na brisa boa, cheirando as memórias que não se quer esquecer daquele quarto no topo.

9.11.09

mais para cá, na parede, um respiro. tantas imagens juntas de um tempo breve e caloroso. nenhuma que defina em sua superficie a totalidade da experiência, mas todas juntas amontoadas.