25.6.09

um espaço que trazia no umbigo e nos pêlos. e no cérebro e no corpo inteiro. firme e adiante ele ia. oi... olá. posso ir com você? venham todos. construir com você? venham todos. somos todos construção. mirou os olhos sozinhos para o grude do céu com a terra. E começou uma nova história.

12.6.09

e dormiu sem sonhar. acordou e levantou. precisa. direção a tomar: aquela. aquela já desaparecida de um possível mapa desse lugar irreconhecível. mas aquela. aquela que a levaria por um caminho reto, em algum deveria chegar. e caminhou. pensante. caminhou e sim, por fim, chegou a algum lugar. não tinha nenhum castelo por ali, nem qualquer coisa reconhecível, mas sim era algum lugar. devastado, talvez. ou em construção. não sabia o que pensar, mas seguiu entrando naquele espaço.