4.5.09

dormiu. e acordou assustada, estava deitada dentro dos limites de um quadrado preto. na frente, outro branco. atrás também, dos lados. logo outros pretos. parecia um tabuleiro de xadrez. salvo que não havia nenhuma peça gigante. e toda aquela imensidão verde, o que tinha acontecido? estaria jogando com alguém? de quem era a vez? podia me mexer, pular de casa? nada parecia ter uma resposta clara. pulou para a seguinte casa, uma branca, e imediatamente, ao tocar com os pés no chão, virou preta também. era tudo muito estranho. novo salto, outra mudança de cor. foi pulando, pulando, pulando e pulando. até que acordou com soluço e dor no pé.

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